Se a EB Não é Contagiosa, Por Que É Necessário Utilizar Tantos Curativos?
- urgo75
- 19 de jan.
- 2 min de leitura

A Epidermólise Bolhosa não é uma doença contagiosa. Isso é fato. Mas então, por que as borboletas precisam de tantas coberturas e curativos?
O motivo é outro, a proteção é para nossas borboletas, e o uso de boas tecnologias se torna essencial para a qualidade de vida das pessoas com EB. Deslize para entender como os curativos se tornam verdadeiras armaduras para a pele, e descubra por que o UrgoTul é o cuidado que as borboletas confiam, usam e aprovam!
A pele das borboletas precisa de um escudo
Na Epidermólise Bolhosa, a pele é extremamente frágil – ela pode ferir com a umidade, calor ou até o toque mais simples. Por isso, as coberturas funcionam como uma camada extra de proteção, quase como um escudo individual.
Curativos não evitam contágio! Eles promovem PROTEÇÃO!
A EB não passa pelo toque, pelo convívio ou pela proximidade, afinal, trata-se de uma doença rara e NÃO CONTAGIOSA!
Logo, os curativos existem para:
* Evitar que novas bolhas se formem;
* Manter um meio úmido que possa promover a cicatrização segura;
* Prevenir infecções e diminuir a dor.
Curativos permitem uma vida com mais liberdade
Com a pele protegida, a pessoa com EB consegue se mover, brincar, estudar e socializar com mais segurança.
É sobre ter autonomia, mobilidade e qualidade de vida no dia a dia pra eles serem o que quiserem.
Por isso a escolha do curativos faz toda diferença!
Coberturas convencionais (que grudam) podem machucar ainda mais a pele sensível e causar ainda mais dor. Já o UrgoTul – aprovado pelas borboletas – mantém um ambiente ideal para cicatrização, não adere à lesão, não gera dor na troca e protege a pele sensível como uma verdadeira armadura suave.
Cuidar da pele é fundamental
O uso diário de curativos é mais do que um cuidado: é uma necessidade para manter a pele protegida, confortável e segura. É um gesto de amor, respeito e sobrevivência para quem tem Epidermólise Bolhosa.
Conhecimento Combate Preconceitos
Fique esperto: quanto mais pessoas entenderem sobre EB e suas características, menos barreiras sociais e olhares discriminatórios surgem.
Faça a sua parte!
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